Quais são os agentes envolvidos no PMOC

Os agentes envolvidos são o Ministério da Saúde, o Ministério do Meio Ambiente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) e a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA).

Legislação do PMOC

A legislação está fundamentada na Constituição, artigo 225, que diz “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”

Confira abaixo as leis complementares, portarias, normas e outras informações segmentadas por agente.

Lei 6.437 (20 de agosto de 1977) estabelece multas relativas às infrações na legislação sanitária federal.

Lei 6.938 de 31 de agosto de 1981 define os conceitos de meio ambiente e poluição. 

Lei 9.605, 12 de fevereiro de 1998, Lei dos crimes ambientais

Decreto 6.514, 22 de julho de 2008, define as infrações e e sanções administrativas aos meios ambientes. 

PORTARIA Nº 3.523, DE 28 DE AGOSTO DE 1998

Art. 1º Aprovar Regulamento Técnico contendo medidas básicas referentes aos procedimentos de verificação visual do estado de limpeza, remoção de sujidades por métodos físicos e manutenção do estado de integridade e eficiência de todos os componentes dos sistemas de climatização, para garantir a Qualidade do Ar de Interiores e prevenção de riscos à saúde dos ocupantes de ambientes climatizados.

Art. 2º Determinar que serão objeto de Regulamento Técnico a ser elaborado por este Ministério, medidas específicas referentes a padrões de qualidade do ar em ambientes climatizados, no que diz respeito a definição de parâmetros físicos e composição química do ar de interiores, a identificação dos poluentes de natureza física, química e biológica, suas tolerâncias e métodos de controle, bem como pré-requisitos de projetos de instalação e de execução de sistemas de climatização.

Art. 3º As medidas aprovadas por este Regulamento Técnico aplicam-se aos ambientes climatizados de uso coletivo já existentes e aqueles a serem executados e, de forma complementar, aos regidos por normas e regulamentos específicos. Parágrafo Único – Para os ambientes climatizados com exigências de filtros absolutos ou instalações especiais, tais como aquelas que atendem a processos produtivos, instalações hospitalares e outros, aplicam-se as normas e regulamentos específicos, sem prejuízo do disposto neste Regulamento.

Art. 4º Adotar para fins deste Regulamento Técnico as seguintes definições: a) ambientes climatizados: ambientes submetidos ao processo de climatização. b) ar de renovação: ar externo que é introduzido no ambiente climatizado. c) ar de retorno: ar que recircula no ambiente climatizado. d) boa qualidade do ar interno: conjunto de propriedades físicas, químicas e biológicas do ar que não apresentem agravos à saúde humana. e) climatização: conjunto de processos empregados para se obter por meio de equipamentos em recintos fechados, condições específicas de conforto e boa qualidade do ar, adequadas ao bem-estar dos ocupantes. f) filtro absoluto: filtro de classe A1 até A3, conforme especificações do Anexo II. g) limpeza: procedimento de manutenção preventiva que consiste na remoção de sujidade dos componentes do sistema de climatização, para evitar a sua dispersão no ambiente interno. h) manutenção: atividades técnicas e administrativas destinadas a preservar as características de desempenho técnico dos componentes ou sistemas de climatização, garantindo as condições previstas neste Regulamento Técnico. i) Síndrome dos Edifícios Doentes: consiste no surgimento de sintomas que são comuns à população em geral, mas que, numa situação temporal, pode ser relacionado a um edifício em particular. Um incremento substancial na prevalência dos níveis dos sintomas, antes relacionados, proporciona a relação entre o edifício e seus ocupantes.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012

Art. 11 – Não é permitida a liberação de SDOs ou substâncias alternativas na atmosfera durante as atividades que envolvam sua comercialização, envase, recolhimento, regeneração, reciclagem ou uso, assim como durante a instalação, manutenção, reparo e funcionamento de equipamentos ou sistemas que utilizem essas substâncias.

Art. 12 – Durante os processos de retirada de SDOs ou substâncias alternativas de equipamentos ou sistemas, é obrigatório que esses gases sejam recolhidos apropriadamente e destinados a centrais de recolhimento e regeneração.

Art. 13 – O descumprimento das normas estabelecidas nesta Instrução Normativa sujeitará o agente a penalidades administrativas, sem prejuízo das demais sanções civis e penais previstas na legislação vigente.

A RE 9 apresenta os poluentes de maior ocorrência nos ambientes internos de efeitos conhecidos na saúde humana, e de mais fácil detecção pela estrutura laboratorial existente no país, citando agentes biológicos e químicos como principais fontes e medidas de correção.

 

RESOLUÇÃO-RE Nº 9, DE 16 DE JANEIRO DE 2003

O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 570, do Diretor Presidente, de 3 de outubro de 2002; considerando o § 3º, do art. 111 do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, considerando a necessidade de revisar e atualizar a RE/ANVISA nº 176, de 24 de outubro de 2000, sobre Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em Ambientes Climatizados Artificialmente de Uso Público e Coletivo, frente ao conhecimento e a experiência adquiridos no país nos dois primeiros anos de sua vigência; considerando o interesse sanitário na divulgação do assunto; considerando a preocupação com a saúde, a segurança, o
bem-estar e o conforto dos ocupantes dos ambientes climatizados; considerando o atual estágio de conhecimento da comunidade científica internacional, na área de qualidade do ar ambiental interior, que estabelece padrões referenciais e/ou orientações para esse
controle; considerando o disposto no art. 2º da Portaria GM/MS n.º 3.523, de 28 de agosto de 1998;
considerando que a matéria foi submetida à apreciação da Diretoria Colegiada que a aprovou em reunião realizada em 15 de janeiro de 2003, resolve:
Art. 1º Determinar a publicação de Orientação Técnica elaborada por Grupo Técnico Assessor, sobre Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior, em ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo, em anexo.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

O Conselho, através da Resolução 003 de 28 de junho de 1990, define os padrões de qualidade do ar e as concentrações de poluentes atmosféricos. 

Art. 1o São padrões de qualidade do ar as concentrações de poluentes atmosféricos
que, ultrapassadas, poderão afetar a saúde, a segurança e o bem-estar da população, bem
como ocasionar danos à fl ora e à fauna, aos materiais e ao meio ambiente em geral.
Parágrafo único. Entende-se como poluente atmosférico qualquer forma de matéria
ou energia com intensidade e em quantidade, concentração, tempo ou características em
desacordo com os níveis estabelecidos, e que tornem ou possam tornar o ar:
I – impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde;
II – inconveniente ao bem-estar público;
III – danoso aos materiais, à fauna e fl ora.
IV – prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais
da comunidade

É o agente responsável por definir normas técnicas que definirão os pareceres. São várias normas que tratam dos projetos de sistemas, conforto, qualidade do ar, tratamento do ar, requisitos para projetos, sistemas para cozinhas profissionais, procedimentos de inspeção e avaliação de limpeza.

NBR 13.971/97

Estabelece parâmetros  para projetos de sistemas de ar condicionado, conforto térmico e qualidade do ar nos ambientes. Sistemas de refrigeração, condicionamento de ar e ventilação. Manutenção programada.

NBR 10.719
NBR 16.401

Estabelece parâmetros de sistemas de ar condicionado, parâmetros de conforto térmico e qualidade do ar interior.

NBR 16.644

Substituiu a NBR 13.700 na classificação das áreas de contaminação controlada.

NBR 14.719

Define procedimentos de limpeza.

NBR 7.256

Lançada em abril de 2005 essa norma aborda o tratamento de ar em estabelecimentos de saúde (EAS) e requisitos para projeto e execução das instalações.

NBR 15.848

Define procedimentos de inspeção visual e análise gravimétrica para avaliação da limpeza de dutos.

NBR 14.679

Define o procedimento de limpeza de dutos.

 

 

 

Responsabilidade Técnica

O CREA 

CONFEA

As atribuições dos engenheiros são estabelecidas na Lei Federal 5.194/66, artigo 7º. CONFEA

 

 Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) foi fundada em 1962 e ao longo de sua história registra inúmeras conquistas em benefício das empresas associadas e do setor como um todo, tornando-se referência para fabricantes de equipamentos, projetistas, instaladores e mantenedores de sistemas, além de comerciantes varejistas de peças e componentes de todo o país.

A entidade está sediada em São Paulo, a partir de onde coordena as ações que desenvolve em âmbito nacional. Gradativamente, vem também promovendo a instalação de escritórios regionais pelo Brasil a fora. Quatro deles já estão em funcionamento: Fortaleza, Minas Gerais, Salvador  e Pernambuco.

Para ampliar a eficácia de suas ações e permitir a adequada inter-relação institucional com suas congêneres, a ABRAVA também desenvolve parcerias com várias entidades nacionais e internacionais.

Como representante do setor no Brasil, a entidade desenvolve e participa de uma série de iniciativas relacionadas a questões de grande interesse das companhias e dos profissionais que atuam na área, como inovação tecnológica e empresarial, capacitação profissional, normalização, promoção de exportações, eficiência energética, preservação ambiental e valorização da saúde e da qualidade de vida, entre muitas outras.

Com mais de cinco décadas de atuação pautada pela ética e pela valorização do setor, a ABRAVA amplia continuamente a sua importância e se credencia como o principal espaço para o encontro e a articulação das empresas do setor.

Saiba mais no site da entidade.

As 6 principais ações para o sucesso da sua equipe de campo

A principais ações para gerenciar sua equipe

Se atualmente você tem a tarefa de liderar uma equipe ou de gerenciar equipes externas, esse texto irá ajudar com os principais temas que os líderes e gerentes de equipes de campo necessitam para ter uma gestão de equipe externa mais produtiva e motivada.

Otimize a gestão na distribuição de tarefas

A principal prioridade para os gerentes de equipe de campo é a distribuição de tarefas. Não importa o quão habilidoso você seja, com uma equipe engajada e com os papéis bem definidos, você pode conseguir muito mais: é por isso que é tão importante que você delegue de maneira eficaz!

A distribuição de tarefas bem-sucedida começa com a comunicação entre pessoas e tarefas, por isso como primeiro passo você precisa explicar qual é o papel e as metas da sua equipe. Uma boa maneira de fazer isso é montar um planejamento de metas que define o objetivo da equipe e como ela funcionará. Isso ajuda você com a sua nova equipe e é útil para trazer a sua equipe já existente de volta no caminho se tiver não estiver performando,

Só a partir disso você pode pensar nas habilidades, experiências e competências de sua equipe e começar a associar as pessoas às tarefas. .Leia nosso artigo sobre alocação de tarefas  para saber mais sobre como fazer isso e descobrir como lidar com os desafios e como gerenciar as lacunas entre os conjuntos de habilidades dos membros da equipe.

Motive sempre sua equipe

O gestor precisa criar um ambiente favorável à integração e ao trabalho coletivo, fazendo com que a equipe sinta-se disposto e estimulado em buscar um determinado objetivo pessoal e principalmente coletivo. 

Nessa perspectiva, o líder tem um papel importantíssimo e delicado diante da equipe, pois, possui a responsabilidade de criar meios para que as pessoas sintam-se engajadas ao grupo e ajam de maneira proativa para realização de tarefas e metas. Como o trabalho de motivação é bastante difícil, o líder não deve esquecer-se de elogiar as pessoas. Segundo sheila bethel, duas dicas são importantes: “Elogie em público – Corrija em particular” e “Encontre maneiras de elogiar todo seu pessoal não privilegiando apenas um integrante da equipe”. 

Assim toda a sua equipe estará tendo retorno das ações feitas e sendo assim terão elementos para correção de falhas durante a execução de ações

Utilize a tecnologia de um software para gerenciar sua equipe de campo.

Uma das tarefas mais complexas na gestão de uma equipe de campo é supervisionar todas as ações do seus funcionários.

Use a tecnologia para fazer o gerenciamento de todas atividades externas executadas em campo. Com o IClass FS, é possível gerenciar de forma eficiente, toda a equipe operacional, organizando todos os tipos de atividades externas, como ordem de serviço, chamados, entregas e manutenções. 

Seus técnicos ou colaboradores vão ter todas as informações na palma da mão, mais do que apenas o calendário com os serviços agendados nas mãos da sua equipe. 

O aplicativo de ordem de serviço elimina a necessidade da sua equipe externa de atender uma ordem de serviço com o uso de um papel ou planilha, e oferece uma plataforma completa para que sua equipe externa. 

Tenha todas as informações necessárias para a execução da atividade no aplicativo de ordem de serviço,  tornando a troca de informações mais ágil e eficiente. A ordem de serviço é retornada para a retaguarda através do aplicativo de ordem de serviço IClass FS , com todas as informações coletadas no cliente, como captura de imagens, checklist, consumo de materiais, alocação de equipamentos, ativos e até a assinatura digitalizada do cliente.

Não deixe de conhecer a IClass FS de perto, a apresentação é rápida, feita por vídeo, e pode ser ampliada de acordo com suas necessidades. Entre em contato conosco e deixe nossa equipe mostrar todos os benefícios da nossas soluções, através de uma apresentação online do IClass FS. Escreva no campo mensagem os horários mais convenientes.

Treine sua equipe

Um dos desafios para ter uma equipe qualificada e atualizadas para os desafios diários é o treinamento da sua equipe.

Cada vez mais as empresas estão enfrentando um mercado competitivo e clientes mais exigentes, portanto é necessário encontrar práticas e manter um ambiente contínuo de aprendizado e desenvolvimento de habilidades fazendo que sua equipe esteja mais preparada e capacitada.

Invista em treinamentos EAD: Existe diversas plataformas de aprendizado que vão facilitar o aprendizado da equipe além de muitas delas possuírem certificações ajudando a você a ter uma equipe cada vez mais qualificada e ainda oferece ao funcionário a oportunidade de se manter atualizado em relação ao mercado de trabalho melhorando a sua qualificação profissional.

Crie grupos de estudos  e palestras internas: 

Criar uma rotina de palestras internas é uma maneira eficiente é gratuita melhorar e nivelar o conhecimento da equipe, selecione pelo menos 1 assunto ou trema que cada funcionário seja expert apara quele possa preparar um conteúdo rico e apresentar criando um ambiente leve continuo onde uns aos outros, trocam e compartilham seus conhecimentos.

Uma maneira também de desenvolver seu pessoal é garantir que você dê feedback regularmente para membros da sua equipe. Esse é um erro frequente de gestores e lideres, no entanto, existe pesquisas realizadas em que se você enviar e receber feedback regularmente, o desempenho de todos melhoram.

Não se contente em só dar o feedback mostre a trilha de conhecimento e aprendizado para esse profissional se guiar e entender por onde começar.

Melhore a comunicação com sua equipe

A Comunicação é essencial para o sucesso de qualquer função, entretanto você como gestor precisa ter isso como base para ter uma equipe de campo organizada e estruturada.

No ambiente de trabalho os profissionais não devem ter medo de expor suas ideias e o gestor precisa criar um ambiente que todos se sintam confortáveis, algumas vantagens de uma boa comunicação o aumento da eficiência das tarefas, pois evitará trabalhos retrabalho por ruído de informação, maior
alinhamento entre os colaboradores gerando menos atritos e ganho na produtividade da sua equipe podendo fazer mais atendimentos.

Para melhorar sua comunicação com a sua equipe conheça algumas ações:
Implante quadro de informações para reforçar comunicados, metas, projetos e datas importantes além de facilitar a visualização de diversas informações em um só lugar.
Faça reuniões mais objetivas e periódicas para conversar com os membros da sua equipe, discutindo principais comunicações, orientações além disso, é importante que sejam estipuladas as datas e eventos importantes do projeto para que, conforme a proximidade destas, o time possa se organizar para que a comunicação se dê de maneira mais eficiente e prática.
Use software de comunicação de equipes onde você irá colocar detalhes de projetos e orientações que facilitaram a circulações de informações além de ter um histórico do que já foi discutido e feito pela sua equipe.

Cada unidade de um condomínio deve ter seu próprio PMOC, ou apenas um serve para todos?

O número de PMOCs e ARTs dependerá de quem são os responsáveis pelos equipamentos, caso hajam máquinas em sistemas sob várias responsabilidades cada um deverá ter seu próprio PMOC e ART. 

Quem precisa ter um PMOC?

Todos os proprietários, locatários e prepostos de ambientes com sistemas de climatização com capacidade acima de 5 TR (acima de 60.000 BTU) precisam, necessariamente, elaborar um PMOC.

Só é necessário ter PMOC sistemas de climatização acima de 5,0 TRs?

Não. Segundo o art. 1º da Lei 13.589/18, “Todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC dos respectivos sistemas de climatização, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.”

Para ficar mais claro vamos ilustrar com um exemplo. Imagine que a sede da empresa ABC Serviços de Segurança tem dois andares alugados no edifício Torre Sul em São Paulo. Cada andar tem o seu sistema de climatização mantido por empresas diferentes.

diagrama edificio equipes pmoc 1 1024x488 Cada unidade de um condomínio deve ter seu próprio PMOC, ou apenas um serve para todos?

O 11º andar tem os seus equipamentos de refrigeração geridos pela Mantec, e o 12º andar está sob os cuidados da Refritec. Os dois sistemas tem capacidade superior a 60.000 BTU/H. Cada uma das empresas de manutenção terá que emitir um Plano de Manutenção e Controle (PMOC) exclusivo para os equipamentos que estão em seu contrato de manutenção.

Cálculo do limite de 60.000 BTU/H em um sistema de climatização

O limite de 60.000 BTU/H deve ser considerado para todo o sistema de climatização, e não apenas para um ambiente.

 

O que é uma ART (anotação de responsabilidade técnica) 

Segundo os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia, é um selo de garantia do bom profissional. De acordo com a  Lei n° 6.496 (7 de dezembro de 1977) todos os contratos referentes à execução de serviços ou obras de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia ou Meteorologia deverão ser objeto de anotação no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

Os Conselhos argumentam que esse mecanismo é uma defesa para a sociedade, porque é um instrumento indispensável para identificar a responsabilidade técnica pelas obras ou serviços prestados por profissionais ou empresas.

A ART assegura à sociedade que essas atividades técnicas são realizadas por um profissional habilitado. Neste sentido, a ART tem uma nítida função de defesa da sociedade, proporcionando também segurança técnica e jurídica para quem contrata e para quem é contratado.

Conforme estabelece a Resolução nº 1.025, de 2009, do Confea, fica sujeito à anotação de responsabilidade técnica no Crea em cuja circunscrição for exercida a respectiva atividade: todo contrato referente à execução de obras ou prestação de serviços relativos às profissões vinculadas à Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia ou Meteorologia; e todo vínculo de profissional com pessoa jurídica para o desempenho de cargo ou função que envolva atividades para as quais sejam necessários habilitação legal e conhecimentos técnicos nas profissões mencionadas.

Aviso Legal

Ressalvamos que as informações deste documento são fruto do entendimento da ICLASS em função de sua experiência nas interações com clientes do setor para o desenvolvimento do módulo PMOC do ICLASS FS. Não constituem de forma alguma aconselhamento técnico ou jurídico sobre como proceder nos processos de manutenção de equipamentos. Outras empresas e entidades, privadas e do setor público, podem divergir no entendimento da legislação e portarias e ter outras interpretações. A Lei 13.589/2018 é recente, algumas respostas às questões poderão ser alteradas em função da jurisprudência que se formará a respeito em todo o país.

Como surgiu a lei 13.589 que deu origem ao PMOC

O uso global dos sistemas de climatização começa a impactar significativamente o dia-a-dia, saúde e bem-estar do homem. 

Com o crescente número de doenças relacionadas a ambientes artificialmente climatizados de uso coletivo a preocupação com a qualidade do ar interior tem aumentado nas últimas décadas.

Uma pessoa respira cerca de 10 mil litros de ar por dia e passa 85% do tempo dentro de ambientes fechados, estes normalmente climatizados, como hospitais, escritórios, bancos, carros, residências, entre outros.

pmoc tempo em ambientes fechados Como surgiu a lei 13.589 que deu origem ao PMOC

Casos de infecção bacteriana causados pela Legionella pneumophila 

Em 1976, ocorreu o primeiro caso grave de infecção por Legionella pneumophila com 182 casos de pneumonia e 29 mortes, no “Bellevue Stradford Hotel” no estado da Filadélfia nos Estados Unidos. 

Em 1998, no Brasil, faleceu o ministro das Comunicações, Sergio Motta, por ter contraído a mesma bacteria Legionella (transmitida pela inalação de gotículas de água) que estava alojada nos dutos de ar condicionado do seu gabinete em Brasília. 

Devido ao caso de Sergio Motta no Brasil, o Ministério da Saúde, por intermédio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, publicou a portaria no 3523, de 28 de Agosto de 1998, que tem como base o artigo 6 da lei no 8.080 do Sistema Único de Saúde – SUS, de 19 de setembro de 1990, instituindo a obrigatoriedade do Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC direcionado a todos os aparelhos de climatização em uso e abrangendo o conceito de infração sanitária quanto à qualidade do ar. Logo em seguida, foi publicada a Resolução no 176 de 24 de outubro de 2000 e posteriormente uma revisão, a resolução n°9 de 16 de janeiro de 2003, com algumas orientações técnicas sobre “Padrões referenciais da qualidade do ar de interiores em ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo”, definindo parâmetros para concentração de CO2, material particulado, temperatura, umidade relativa e velocidade do ar em ambientes climatizados.

Até então as pesquisas e legislações existentes no Brasil concentravam-se apenas na qualidade do ar em ambientes externos, porém os estudos sobre Qualidade do Ar Interior (QAI) ganharam destaque com a descoberta de que baixas trocas de ar entre ambientes externos e internos proporcionam um significativo aumento na concentração de poluentes químicos e biológicos.

Em decorrência disso surgiram termos como a Síndrome do Edifício Doente – SED e a Doença de Ambiente Interno (DAI). Um edifício que possui a SED não provoca doenças, mas agrava males ou gera um estado transitório em algumas pessoas, de modo que quando os queixosos são afastados do ambiente, apresentam melhoras espontâneas dos sintomas.

doencas predio Como surgiu a lei 13.589 que deu origem ao PMOC

Edifícios que tenham a DAI podem provocar doenças que estão diretamente relacionadas às condições do edifício, tais como: asma, infecções bacterianas, virais ou por fungos.

Tudo isso resultou na publicação de uma nova lei, a de no 13.589, no dia 4 de janeiro de 2018, que toma como ponto de partida a portaria e a resolução citadas no parágrafo acima, além das normas da ABNT e decreta que “Todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC dos respectivos sistemas de climatização, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.”

Fontes: ABRAVA, Lígia Garcia

Palestra da IClass no SINDRATAR SP

A IClass participou do Workshop chamado de  PMOC 360 Graus no dia 11 de dezembro de 2017, no auditório da FIESP. O evento que teve como principal tema  a visão completa do Plano de Manutenção, Operação e Controle. Os especialistas do evento debateram também, os impactos da mudança na Lei Federal 13.589, tornando obrigatória a execução do PMOC em edifícios de uso público e coletivo, inclusive produtivos, laboratoriais e hospitalares, estes últimos obedecendo a regulamentos específicos, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

Especialistas abordaram temas relevantes:

O primeiro palestrante foi o prof. Eng. Leonardo Cozac  que Especialista em Qualidade do Ar Interno ele palestrou o sobre o  tema “Qualidade do ar de interiores”, uma das citações sobre foi que: “No Brasil a gente ainda não tem informação, não tem recursos de formação para  especialistas de qualidade do ar interno, isso acabou caindo muito nas mãos do engenheiro de ar condicionado e de manutenção de ar condicionado.”

Sobre a legislação foi feita pelo Arnaldo Parra que comentou sobre as principais Portarias, normas e resoluções que abordam o assunto e citou que:  “A propagação e a difusão da informação é uma prioridade tanto do SINDRATAR quanto da ABRAVA e esse evento vem justamente de encontro a essa filosofia de conscientização, não somente da comunidade técnica de ar condicionado, refrigeração e de limpeza, mas também serve de recomendação para o cliente que muitas vezes desconhece esse assunto da qualidade do ar, principalmente das influências da legislação brasileira com relação aos aspectos de qualidade e conforto.”

Palestra da IClass no SINDRATAR SP • IClass 1024x683 Palestra da IClass no SINDRATAR SP

O tema “Aplicativo e gestão do PMOC”, foi abordado pelo CEO Marcos Barros, da empresa IClass. Ele apresentou o aplicativo que permite que as manutenções corretivas e instalações sejam controladas diretamente pela ferramenta. O software faz a impressão digitalizada do relatório PMOC, agilizando o retorno das informações de campo, organizando a área de serviços, aumentando a satisfação dos clientes e a produtividade da área. e ele se referiu que: “Com isso as empresas atingem maior produtividade e lucratividade nos contratos”.

Veja as principais Funcionalidades do IClass FS:

Rastreamento das equipes e visão em mapas: tenha visão de equipes e serviços em painéis e mapas, com possibilidade de configuração de cercas eletrônicas.

Gestão de estoque em campo: controle o estoque da sua empresa, desde a entrada de materiais até o consumo realizado nos serviços de campo.

Rentabilidade de contratos: entenda quais são os seus contratos mais lucrativos e aqueles que trazem prejuízo para sua empresa.

Aplicativo Android: Encerre serviços, incluindo fotos, assinatura digitalizada do cliente, formulários de verificação, consumo de materiais e alocação de equipamentos e ativos.

Melhora na comunicação com seus clientes: realize a comunicação com seus clientes através de e-mails, mensagens e disponibilização de um portal do cliente em seu site.

Acesso dos serviços: tenha mais agilidade para buscar os registros das manutenções realizadas nos equipamentos.

Realização do inventário dos contratos em campo: torne simples o registro de equipamentos novos e atualização das máquinas contratadas em campo.

IClass code: simplifique a identificação dos equipamentos através das facilidades do IClass code.

Saiba tudo que o IClass FS pode fazer pela sua empresa, baixe agora mesmo o nosso folder e revolucione sua operação de campo: http://bit.ly/Folder-PMOC 

Palestra da IClass no SIINDRATAR RJ

A IClass esteve presente no SINDRATAR RJ (Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar do Estado do Rio de Janeiro.)  onde acontece diversos cursos e workshops sempre visando capacitar e informar técnicos e gestores do segmento de refrigeração e ar condicionado.

O professor foi o Márcio Coelho do Nascimento que  realizou no SINDRTAR RJ nos dias 04 e 05 o curso com o tema :  PMOC – Plano de manutenção e operação e controle.

Os tópicos do conteúdo abordados foram: o histórico do PMOC,  PMOC de mecânico para mecânico, aspectos jurídicos e técnicos, apresentação do PMOC na prática e o preenchimento correto de acordo com a legislação.

Os objetivos foram explicar em uma linguagem profissional na abordagem do operador, mecânico, ajudante e até de engenheiros. Demonstrar que o PMOC é uma conquista do setor e que sua manutenção será feita pelo convencimento do cliente final e usuários dos sistemas de sua eficácia.

A IClass foi convidada para palestrar no SINDRATAR RJ

IClass no SINDRTAR RJ PMOC 1024x683 Palestra da IClass no SIINDRATAR RJ

Representada pelo CEO Marcos Barros, a temática abordada foi o módulo do PMOC digital, onde se pode falar sobre os benefícios de gerenciar os serviços do PMOC com um software online, confira a seguir as funcionalidades e módulos citados:

Impressão PMOC: Imprima automaticamente o relatório do PMOC, exigido pela Lei Nº 13.589,  para enviar aos seus clientes. O relatório contém todo o plano de manutenção de acordo com o contrato estabelecido.

Recorrência de Serviços: Configure atendimentos recorrentes, associados às atividades dos planos de manutenções (PMOC) acordados com cada cliente. Configure a periodicidade com que as inspeções devem ser criadas (mensais, trimestrais, semestrais, anuais).

Módulo Mobile: Coleta de informações pelos técnicos, através do dispositivo mobile, como observações dos atendimentos, fotos e até assinatura do cliente.

Controle de Estoque: Controle o estoque gasto em campo pelas equipes, incluindo itens inventariados e materiais consumíveis que não retornam para a empresa.

Agendamento Inteligente: Realize o agendamento dos atendimentos de acordo com as posições geográficas dos técnicos e dos clientes. Além de ajudar a reduzir o tempo da retaguarda, o sistema possibilita otimização do tempo de ociosidade dos técnicos.

Relatórios e Indicadores:  O sistema disponibiliza relatórios com indicadores de desempenho das equipes, com gráficos. Relatórios que ajudam os gestores a escolherem os técnicos para cada ordem de serviço, de acordo com o desempenho.

Saiba tudo que o IClass FS pode fazer pela sua empresa, baixe agora mesmo o nosso folder e revolucione sua operação de campo: http://bit.ly/Folder-PMOC 

IClass na FEBRAVA 2019

Estande da IClass na FEBRAVA foi um grande sucesso

A IClass expôs em mais uma edição, onde nos colocamos mais próximos dos nossos clientes e realizando novas apresentações para outras empresas além disso o estande destacou as novidades do IClass FS para o segmento de ar-condicionado e refrigeração e como o PMOC Digital é um diferencial competitivo para sua empresa.

Veja as principais novidades e  funcionalidade do IClass FS apresentadas: 

Rastreamento das equipes e visão em mapas: tenha visão de equipes e serviços em painéis e mapas, com possibilidade de configuração de cercas eletrônicas.

Gestão de estoque em campo: controle o estoque da sua empresa, desde a entrada de materiais até o consumo realizado nos serviços de campo.

Rentabilidade de contratos: entenda quais são os seus contratos mais lucrativos e aqueles que trazem prejuízo para sua empresa.

Aplicativo Android: Encerre serviços, incluindo fotos, assinatura digitalizada do cliente, formulários de verificação, consumo de materiais e alocação de equipamentos e ativos.

Melhora na comunicação com seus clientes: realize a comunicação com seus clientes através de e-mails, mensagens e disponibilização de um portal do cliente em seu site.

Acesso dos serviços: tenha mais agilidade para buscar os registros das manutenções realizadas nos equipamentos.

Realização do inventário dos contratos em campo: torne simples o registro de equipamentos novos e atualização das máquinas contratadas em campo.

IClass code: simplifique a identificação dos equipamentos através das facilidades do IClass code.         

Acesse esse link:  http://bit.ly/Folder-PMOC e baixe agora o nosso folder e veja como a nossa tecnologia pode revolucionar sua empresa.        

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A IClass esteve presente na 21ª edição da FEBRAVA 2019, principal evento de AVAC-R na América latina.

A FEBRAVA (Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar) foi realizada na cidade de São Paulo, entre os dias 10 e 13 de setembro com a proposta de ser um local ideal para varejistas, distribuidores, instaladores, engenheiros, projetistas e técnicos realizarem negócios, aprimorarem conhecimentos e acompanharem de perto as inovações e tendências tecnológicas.

Segundo a organizadora teve mais de 300 expositores representando 500 marcas a feira  atraiu cerca de 25 mil profissionais da área e teve o apoio de aproximadamente 27 associações dos setores alimentício, hospitalar, transporte, hospedagem, automotivo, distribuição, engenharia civil e mecânica. Na feira tiverem eventos simultâneos como , palestras com as novidades tecnológicas  e treinamentos com o intuitos de compartilhar conhecimentos aos participantes.

A associação ABRAVA cita o crescimento sólido e com número expressivos do mercado: “A previsão é de crescimento de 5% no faturamento, totalizando R$ 32,11 bilhões.

Nos últimos dez anos (de 2008 a 2018), o faturamento cresceu 61,8%, indo de R$ 18,9 para R$ 30,58 bilhões. Para 2019, a previsão é que os 4 setores (atendidos pela Abrava) voltem ao patamar de 2015 quando teve início a crise econômica no Brasil.”

O que é a Síndrome do Edifício Doente

A OMS (Organização Mundial de Saúde) define a Síndrome do Edifício Doente como “um conjunto de doenças causadas ou estimuladas pela poluição do ar em espaços fechados”.

A Síndrome do Edifício Doente (SEB) é uma condição médica em que as pessoas que residem ou trabalham em uma edificação sofrem com sintomas de doenças, ou se sentem mal por nenhum motivo aparente. Ambientes refrigerados, ou aquecidos, por equipamentos são considerados ambientes complexos, por causa do grande número de componentes químicos (substâncias tóxicas, carcinogênicas, radioativas) e biológicos (microrganismos patogênicos) emitidos por várias fontes. Tais como dutos de ventilação, equipamentos sem manutenção. Dependendo das condições físicas (temperatura e umidade do ar, ventilação inadequada) do ambiente, podem estar interagindo entre si. Alguns estudos denotam que o ar interior dos ambientes fechados às vezes pode ser mais poluente do que o ar exterior

Os sintomas tendem a aumentar em gravidade com o tempo que as pessoas passam no prédio e melhoram com o tempo ou até desaparecem quando as pessoas estão longe do prédio.

Alguns sinais que que podem estar relacionados com com a Síndrome do Edifício Doente

  • Dor de cabeça;
  • tonteira;
  • náusea;
  • apatia;
  • sonolência;
  • cansaço;
  • fraqueza;
  • dificuldade de concentração;
  • urticária, irritação e secura na pele;
  • falta de ar;
  • chiado no peito;
  • coriza;
  • irritação no nariz e na garganta;
  • dor de garganta, irritação, ardor e lacrimejamento nos olhos.

Aviso Legal

Ressalvamos que as informações deste documento são fruto do entendimento da ICLASS em função de sua experiência nas interações com clientes do setor para o desenvolvimento do módulo PMOC do ICLASS FS. Não constituem de forma alguma aconselhamento técnico ou jurídico sobre como proceder nos processos de manutenção de equipamentos. Outras empresas e entidades, privadas e do setor público, podem divergir no entendimento da legislação e portarias e ter outras interpretações. A Lei 13.589/2018 é recente, algumas respostas às questões poderão ser alteradas em função da jurisprudência que se formará a respeito em todo o país.

O que são Doenças do Ambiente Interno (DAI)?

É um grupo de doenças relacionadas aos ambientes fechados localizados em edifícios modernos aclimatados artificialmente. Esses edifícios são caracterizados por janelas fechadas e dependência de sistemas de ar condicionado, ventilação e aquecimento para circulação de ar. A maioria dos casos de DAI ocorre em edifícios de escritórios não industriais, mas as mesmas doenças podem ocorrer em prédios de apartamentos residenciais, escolas, museus e bibliotecas.

As doenças relacionadas ao prédio são distúrbios que afetam os pulmões e outras partes do corpo, e são causados pela exposição à poluição e substâncias dentro de edificações modernas com ambientes fechados.

Os sintomas podem variar dependendo da causa: febre, dificuldade em respirar, coriza ou congestão, dores de cabeça, problemas de pele e dificuldade de concentração.

O diagnóstico inclui avaliar a qualidade do ar do edifício e determinar quantas pessoas experimentam sintomas relacionados ao edifício.

O tratamento geralmente é a remoção das pessoas que estão com os sintomas dos ambientes, ou a melhoria da qualidade do ar dentro do prédio.

Conheça os  sinais que que podem estar relacionados com Doenças do Ambiente interno nesse artigo sobre  Síndrome do Edifício Doente.

Onde deve ficar o relatório de PMOC em caso de fiscalização? Ele deve ser impresso ou pode ser digital?

Onde deve ficar o relatório de PMOC em caso de fiscalização? Ele deve ser impresso ou pode ser digital?

O texto da Lei 3.589/18 fala que o PMOC deve “estar disponível no imóvel”, ou seja, é obrigação do Responsável Técnico manter esta disponibilidade. Não há nenhum trecho na lei que especifique como dever o formato do relatório PMOC. Sugerimos manter versões impressa e digital, o importante mesmo é estar no local e ser de fácil acesso em caso fiscalização ou necessidade de consulta.

O IClass FS possibilita a impressão completa do relatório com apenas um clique. A versão impressa tem vantagens em caso de fiscalização presencial. É importante saber que órgãos de vigilância sanitária tanto de municípios quanto os estaduais e a própria ANVISA podem realizar fiscalização da qualidade do ar de ambientes climatizados. Outros órgãos do governo que tenham essa competência também podem requerer o PMOC em visitas ao imóvel.

Caso você opte por imprimir, fica a sugestão para encadernar o relatório PMOC, ou colocar as folhas dentro de uma pasta com folhas plásticas para melhor conservação do documento. É muito importante que o documento esteja bem legível para a fiscalização. Fatores como, por exemplo, a umidade presente em certos ambientes podem borrar a tinta de impressoras com tecnologia jato de tinta. Anexe também ao documento a planta baixa do imóvel e última análise microbiológica.

O IClass FS gera o relatório PMOC para impressão ideal no formato A4. A versão digital é gerada no formato PDF, compatível com qualquer sistema operacional de computadores, telefones e tablets.

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O que é o PMOC

PMOC é o Plano de Manutenção e Controle para o setor de climatização. Desde 2018, após sua aprovação no Poder Legislativo, tornou-se uma exigência jurídica. O “espírito da lei” é garantir um ambiente saudável e agradável para seus ocupantes. Esse é o principal conceito do PMOC, e deve orientar o entendimento sobre suas diretivas.

Toda lei prevê penas. Deixar de cumprir, total ou parcialmente, o PMOC pode acarretar graves prejuízos para sua empresa. Multas, advertências, e até interdições, totais ou parciais, de imóveis podem ocorrer. 

O não cumprimento do PMOC configura infração sanitária, sujeitando o proprietário ou locatário do imóvel ou preposto, bem como responsável técnico por sistemas de climatização às penalidades previstas na Lei 6.437/77.

Segundo o art. 1º da Lei 13.589/18, “Todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC dos respectivos sistemas de climatização, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.”.

E a Portaria 3523 diz no Art. 6º “Os proprietários, locatários e prepostos, responsáveis por sistemas de climatização com capacidade acima de 5 TR (15.000 kcal/h = 60.000 BTU/H), deverão manter um responsável técnico habilitado.”.

Ou seja, para sistemas acima de 5,0TRs é necessário ter um responsável técnico habilitado para fazer o PMOC. 

E o PMOC é obrigatório para “Todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente”, de acordo com a Lei 13.589/18. 

As normas da ABNT continuam válidas e, segundo a resolução 09 da ANVISA, para os sistemas com capacidades somadas acima de 5 TR é necessário fazer análises da qualidade do ar semestralmente. A quantidade de amostras varia em função da metragem quadrada da área climatizada.

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Ressalvamos que as informações deste documento são fruto do entendimento da ICLASS em função de sua experiência nas interações com clientes do setor para o desenvolvimento do módulo PMOC do ICLASS FS. Não constituem de forma alguma aconselhamento técnico ou jurídico sobre como proceder nos processos de manutenção de equipamentos. Outras empresas e entidades, privadas e do setor público, podem divergir no entendimento da legislação e portarias e ter outras interpretações. A Lei 13.589/2018 é recente, algumas respostas às questões poderão ser alteradas em função da jurisprudência que se formará a respeito em todo o país.